quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A má gestão do Benfica na Youth League


Depois da final alcançada em 2013/14 e dos quartos de final um ano mais tarde, a equipa de juniores do Benfica volta a entrar forte na UEFA Youth League. Começou com a maior goleada da história da competição (8-0 ao Astana), venceu o poderoso Atlético de Madrid e, na terceira jornada, pulverizou o próprio recorde batido na primeira: 1-11 (!) no terreno do Galatasaray. 

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Viktor Kovalenko, o símbolo da esperança ucraniana


Máximo goleador do último Mundial Sub-20 e um dos principais destaques da UEFA Youth League, Kovalenko dá novo brilho a um campeonato que sofreu “na pele” as consequências dos problemas políticos que abalaram a Ucrânia. Aos 19 anos, vai ganhando espaço no desfalcado, mas milionário, Shakhtar Donetsk, fazendo prever uma rápida chegada à seleção A.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Fora dos Grandes: Fred Ferreira (GS Loures)


Este é mais um caso em que a saída é realmente a melhor solução – é o que se verifica com Fred, que esta época, mais precisamente em junho último, deixou o Sacavenense e, por capricho do sorteio, deu início à sua temporada precisamente contra a sua antiga equipa, na qual tantos títulos distritais e torneios teve a oportunidade de conquistar e onde era o atleta mais antigo de todas os escalões. 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Dos juvenis do Benfica para a Serie A italiana



Tem passado despercebido em Portugal, mas gradualmente deverá alcançar a merecida fama. Há poucos meses atrás, Pedro Pereira era o lateral direito da equipa de Juvenis A do Benfica. Hoje, é titular na Sampdoria, da Serie A italiana.


No Seixal, Pereira nem era um dos jogadores de maior destaque. Tiago Dias ou Jorge Pereira, por exemplo, davam mais nas vistas sob o comando de Renato Paiva. Apesar disso, Pedro Pereira tinha lugar no "onze" inicial e, como tal, a notícia da sua ida para Itália foi recebida com alguma estranheza.

Essa estranheza, contudo, durou apenas até ao início desta época. Logo à segunda jornada, Walter Zenga, técnico do clube de Génova, foi obrigado, por lesão, a mexer ainda na primeira parte. O escolhido? O miúdo de 17 anos que tinha chegado umas semanas antes.

Como se diz na gíria, Pedro Pereira não tremeu e mereceu a confiança nos encontros seguintes. Inclusive contra a poderosa AS Roma. A prova de que o talento não se vê no Bilhete de Identidade.

Fica assim explicada a decisão do jovem português: no seu primeiro ano como júnior está lançado no nível cimeiro do futebol transalpino.

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